O impacto silencioso da comunicação falha na rotina hospitalar
Mesmo com avanços tecnológicos, a comunicação ainda é o principal ponto de fragilidade da assistência. Estudos mostram que mais de 70% dos erros graves têm relação direta com falhas na troca de informação entre profissionais da saúde.
Esses erros acontecem porque:
- informações se perdem entre turnos;
- evoluções clínicas ficam dispersas em múltiplos sistemas;
- equipes multidisciplinares não compartilham uma visão única do paciente;
- tarefas e responsabilidades não são claras;
- registros não são rastreáveis.
E o resultado é conhecido por todos que atuam em hospitais:
exames repetidos, atrasos na tomada de decisão, perda de continuidade assistencial e fragilidade na comunicação com o paciente.
Por que isso ainda acontece em pleno 2025?
1. Sistemas desconectados e informação fragmentada
Hospitais utilizam prontuários diferentes, anotações manuais e grupos de mensagens não padronizados.
Isso gera ruído, perda de contexto e falhas na rastreabilidade.
2. Falta de padronização nas evoluções
Cada profissional documenta à sua maneira.
Quando isso passa por equipes diferentes, a leitura fica subjetiva, aumentando as chances de erro.
3. Comunicação multidisciplinar sem centralização
Paciente atendido por cirurgião, residente, fisioterapeuta, psicólogo, enfermagem…
Mas cada um registra em um lugar diferente.
Não existe um “centro de verdade”.
4. Tarefas clínicas que se perdem no caminho
Pendências de exames, solicitações e responsabilidades ficam sem dono.
Esse é um dos maiores pontos de ruptura na rotina hospitalar.
Os hospitais que resolvem esse problema usam um padrão simples
A solução não é aumentar o volume de informações, mas criar uma comunicação única, organizada e rastreável.
Hospitais que implantam fluxos estruturados de comunicação conseguem:
- reduzir erros assistenciais;
- reduzir desperdícios;
- eliminar exames repetidos;
- acelerar rounds e decisões clínicas;
- trazer previsibilidade para equipes multidisciplinares.
E essa mudança pode reduzir erros em até 70%, segundo estudos internacionais de melhoria da comunicação clínica.
Como a tecnologia pode eliminar até 70% dessas falhas
1. Criar um único fluxo de comunicação clínica
Todas as equipes falam no mesmo lugar.
Sem grupos paralelos.
Sem perda de informações críticas.
2. Padronizar evoluções com estrutura inteligente
Templates, campos obrigatórios e registros rastreáveis evitam omissões.
3. Tarefas clínicas claras, com responsáveis e prazos
Cada pendência fica registrada e vinculada ao paciente.
Nada se perde.
4. Registrar rounds de forma organizada e colaborativa
Round rápido, objetivo, com histórico claro.
Equipes multidisciplinares vendo exatamente a mesma coisa.
Onde a Strivium entra nesse cenário
O Strivium Link foi desenvolvido especificamente para resolver o maior gargalo da saúde hospitalar: comunicação clínica falha.
Com nossa plataforma, hospitais têm:
✔ Comunicação centralizada entre equipes
✔ Evoluções clínicas estruturadas
✔ Rounds mais rápidos e eficientes
✔ Registro rastreável do ciclo assistencial
✔ Menos desperdícios e mais segurança
✔ Informações do paciente organizadas do jeito que o hospital precisa
Saiba como funciona na prática:
Acesse a landing page oficial do Strivium
Conclusão
Falhas de comunicação clínica não são inevitáveis.
Elas são resultado de processos desorganizados e comunicação desconectada.
Quando hospitais adotam uma comunicação estruturada e rastreável, o impacto é imediato:
- decisões mais rápidas,
- menos erros,
- equipes alinhadas,
- paciente mais protegido.
E é justamente isso que a Strivium oferece.
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